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domingo, 16 de março de 2014

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domingo, 23 de maio de 2010

PREFEITOS DE MACAÍBA

FABRÍCIO PEDROZA – Fundador da cidade de Macaíba, presidente da Intendência de Natal, comprador e exportador de açúcar e algodão para o exterior, através do Porto do Guarapes

FERNANDO GOMES PEDROSA, natural de Macaíba, nascido a 30 de março de 1886 e faleceu no Rio de Janeiro a 9 de março de 1936. Residiu no Rio de Janeiro, voltando a sua terra natal, mas precisamente para Baixa Verde, atual João Câmara e passou a estudar plantio de algodão em que se tornou um verdadeiro técnico. Fundou a casa comercial Wharton Pedrosa em 1917, em Natal. Foi pioneiro na indústria do algodão no Rio Grande do Norte, racionalizando o financiamento das safras, selecionamento das sementes, renovação e modernização do maquinário, padronização dos tipos, etc. Em 1929 Fundou uma fábrica de óleo vegetais na povoação de São Romão, município de Angicos, que passou a ser distrito em 31 de outubro de 1937, através do Decreto nº 603/38 , atual cidade de Fernando Pedrosa, criada pela Lei nº 6.301, de 26 de junho de 1996, que teve como primeiro prefeito o senhor José Salviano da Cruz, eleito em 3 de outubro de 1997 e instalou ao município em 1º de janeiro de 1997. Fernando Pedrosa foi uma pessoa decisiva para que o povoado de São Romão se tornasse vila. Foi um dos fundadores do Aéreo-Clube e diplomou-se na primeira turma de pilotos de turismo. Em 11 de setembro de 1938 foi inaugurado seu busto em bronze numa praça na vila de Fernando Pedrosa

Monarquia

1 – Vicente de Andrade Lima – 01/01/1882

2 – Feliciano Ferreira de Lira – 01/01/1884

3 – Inácio Silva – 01/01/1885

REPÚBLICA VELHA

1 – Dr. Francisco de Paula Sales – 1890

2 – Major Manoel Joaquim Freire - 1890

3 – Luiz de Albuquerque Maranhão – 1891

4 – Antonio da Costa Alecrim – 1891

5 – Manoel Maurício Freire – 1895

Manoel Maurício Freire, natural de Macaíba, nascido no ano de 1850, filho do major Manoel Joaquim Freire e de Inêz Emiliana Freire. Foi político por quase meio século. Era grande proprietário de terras e o maior criador de Macaíba. Na segunda década do século XIX, possuía cerca de mil cabeças de rezes nas suas treze propriedades. Também era industrial, único a produzir, em sua terra natal, vinho de jabuticaba. Era irmão do desembargador José Teotônio Freire (18/02/1858 – 11/05/1994) e desfrutava de excelente conceito como político. Era austero e íntegro e possuía um carisma que consolidou seu domínio, por quase meio século. Faleceu no dia 04 de Outubro de 1927.

Manoel Maurício Freire administrou o município de Macaíba em seis períodos, não como prefeito, e sim, como presidente da Intendência Municipal, atual cargo de prefeito. Eis os períodos:

1 – de 01/01/1895 a 31/12/1895,

2 – de 01/01/1896 a 31/12/1898,

3 – de 01/01/1908 a 31/12/1910,

4 – de 01/01/1911 a 31/12/1913,

5 – de 01/01/1920 a 31/12/1922, e

6 – de 01/01/1923 a 31/12/1925.

6 – Aureliano Clementino de Medeiros – 1899

7 – Manoel Maurício Freire – 1907

8 – Prudente Gabriel da Costa Alecrim – 1914

9 – João Soares da Fonseca Lima – 1917

10 – Manoel Maurício Freire – 1920

11 – Dr. Cícero Aranha – 1926

PREFEITO CONSTITUCIONAL

= Almir Freire Marinho – 01/01/1929

PREFEITOS NOMEADOS

1 – Major Antonio de Andrade Lima – 10/10/1930

2 – Severino Raul Gadelha – 1931

3 – Teodorico Freire – 1933

4 – Estevam Alves Dantas de Araújo – 1933

5 – Teodorico Freire – 1934

6 – Estevão Alves Dantas de Araújo – 1934

7 – Alfredo Mesquita Filho – 1936

8 – Major Genésio Lopes da Silva – 1941

9 – João Meira Lima – 1945

10 – Antonio Lucas Lima – 1948

PREFEITOS CONSTITUCIONAIS

1 – Luiz Cúrcio Marinho – 11/04/1948

2 – Dr. José Jorge Maciel – 30/03/1953

3 – Dr. Aldo da Fonseca Tinoco – 28/02/1958

4 – Dr. Alfredo Mesquita Filho – 31/03/1958

5 – MÔNICA Nóbrega Dantas – 31/03/1963

6 – Manoel Firmino de Medeiros – 15/9/1966

7 – Geraldo Pinheiro – 31/01/1969

8 – Valério Alfredo Mesquita – 31/01/1969

9 – Dr. Célio de Figueiredo Maia – 20/03/1975

10 – Silvan Silva – 31/01/1977

11 – Dr. Odileia Mércia da Costa Mesquita – 31/01/1983

Natural de Macaíba-RN, nascido a 26 de abril de 1951, casado com

12 – Mônica Dantas Seráfico – 01/01/1989

13 – Luiz Gonzaga Soares – 01/01/1997

14 – Fernando Cunha Lima Bezerra – 01/01/2001

15 – Fernando Cunha Lima Bezerra – reeleito em 03/10/2004

Posse em 01/01/2005

Natural de Natal, nascido a 2 de outubro de 1960, filho de Wellington Xavier Gonçalves Bezerra e Arilda Cunha Lima Bezerra.

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quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

ADEMILDE FONSECA

FONTE - SITE MÚSICA DE ONTEM

Ademilde Fonseca (Ademilde Fonseca Delfim), cantora nasceu em Macaíba RN em 4/3/1921. Criada em Natal RN, para onde a família se mudou quando tinha quatro anos, ainda muito jovem ligou-se a um dos conjuntos de seresteiros locais, do qual participava Naldimar Gedeão Delfim, com quem casou mais tarde. Em 1941, já casada, transferiu-se para o Rio de Janeiro RJ e no ano seguinte, depois de um teste na Rádio Clube do Brasil, apresentou-se no programa de calouros Papel Carbono, de Renato Murce. Ainda em 1942, cantando com o Regional de Benedito Lacerda numa festa, obteve enorme sucesso interpretando Tico-tico no fubá (Zequinha de Abreu). Desde menina conhecia a letra do famoso choro, escrita por Eurico Barreiros em 1931 e ainda inédita em gravações. Levada por Benedito Lacerda aos estúdios da Columbia, sob a direção musical de João de Barro, estreou gravando Tico-tico no fubá e Voltei pro morro (Benedito Lacerda e Darci de Oliveira), disco lançado em julho de 1942, com grande êxito. A partir de 1943, com Apanhei-te cavaquinho (Ernesto Nazareth, com letra de João de Barro) e Urubu malandro (choro adaptado por Lourival de Carvalho), tornou-se conhecida como cantora, sendo procurada por diversos compositores. Em 1944, levada por Deo, integrou o elenco da Rádio Tupi, do Rio de Janeiro, apresentando-se com os regionais de Rogério Guimarães e Claudionor Cruz. No ano seguinte, sua interpretação da polca Rato, rato (Claudino da Costa e Casimiro Rocha), gravada em ritmo de choro, consagrou-a como a maior intérprete do choro cantado. Nessa gravação, pela primeira vez, não foi acompanhada por Benedito Lacerda, mas pelo conjunto Bossa Clube, liderado pelo violonista Garoto. Em fins da década de 1940, com a moda do samba-canção e do baião, o prestígio da cantora diminuiu. Em junho de 1950 retornou às paradas de sucesso com as gravações de Brasileirinho (Waldir Azevedo e Pereira da Costa) e Teco-teco (Pereira da Costa e Milton Vilela), nas quais foi acompanhada pelo regional de Waldir Azevedo. No ano de 1952, foi a Paris, França, com a Orquestra Tabajara de Severino Araújo, apresentando-se com outros artistas em um espetáculo organizado por Assis Chateaubriand. De 1950 a 1955, gravou vários sucessos na Todamérica. Na Rádio Nacional, a partir de 1954, atuou com os regionais de Canhoto, Jacó do Bandolim e Pixinguinha, entre outros, além das orquestras de Radamés Gnattali e do maestro Chiquinho. Em 1964, ao lado do cantor Jamelão, excursionou por Espanha e Portugal, exibindo-se durante seis meses em Lisboa. No Brasil em 1967, participou do I FIC, da TV Globo, do Rio de Janeiro, interpretando Fala baixinho, de Pixinguinha, com letra de Hermínio Belo de Carvalho. Na década de 1970, suas apresentações no Teatro Opinião, no Rio de Janeiro, tiveram grande repercussão, levando ao relançamento da cantora em LP da Top Tape, em 1975.

Quem sou eu

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SOU POLICIAL MILITAR DA RESERVA REMUNERADA DA GLORIOSA E AMADA POLÍCIA MILITAR DO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE, EXERCI A FUNÇÃO DE DELEGADO DE POLÍCIA NAS CIDADES DE APODI, FELIPE GUERRA,ITAÚ, RODOLFO FERNANDES, GOVERNADOR DIX-SEPT ROSADO, SÃO MIGUEL, DR. SEVERIANO, TENENETE ANANIAS E MARCELINO VIEIRA, ALÉM DE TER TRABALHADO NAS CIDADES DE MOSSORÓ, AREIA BRANCA, SERRA DO MEL, CARAÚBAS E PAU DOS FERROS. AMO A DEUS SOBRE TODAS AS COISAS E AMO AMO AO MEU PRÓXIMO COMO AMO A MIM MESMO. SOU TORCEDOR DO BARAÚNAS (MOSSORÓ) E FLUMINENSE(RJ, TENHO A POLÍCIA MILITAR DO MEU ESTADO COMO UMA VERDADEIRA MÃE, TENDO EM VISTA QUE FOI NELA QUE PUDE CRIAR MEUS FILHOS E APRENDER UM MONTÃO DE COISAS BOAS.